Arquitetura e Urbanismo | Arborização Urbana.

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ARBORIZAÇÃO URBANA NO MUNDO

  • Partindo do seu caráter mítico-religioso, o paraíso prometido no livro do Gênesis da Bíblia, passando por mitos e lendas, estudando os jardins suspensos da Babilônia e chegando aos jardins modernos, observa-se a importância de cada momento histórico cultural desses espaços formadores da estrutura urbana (LOBATO et al.2005).
  • Nas cidades da antiguidade, os espaços arborizados destinavam-se essencialmente, ao uso e prazer dos imperadores e sacerdotes.
  • Na Grécia, tais espaços foram aplicados, não só para passeios, mas também para encontros e discussões filosóficas.

  • Em Roma, as áreas arborizadas eram destinadas ao prazeroso mais a Fortunado.
  • Na Idade Média, as áreas verdes são formadas no “interior das quadras” e depois desaparecem com as edificações em decorrência do crescimento das cidades.
  • No Renascimento “transformam-se em gigantes cascenografias, evoluindo, no Romantismo, como parques urbanos e lugares de repouso e distração dos citadinos” (SILVA, 1997).
  • O desenvolvimento urbano na Europa iniciou-se na metade do século XV, e no século XVII surgiram as praças e jardins (SEGAWA, 1996).

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  • As cidades de Londres e Paris introduziram as árvores na cidade. Em Paris, a arborização das avenidas tornou-se obrigatória segundo legislação específica, dando origem aos famosos boulevards parisienses (TERRA, 2000).
  • Toda cidade importante na Europa, a partir do século XVII, construiu seu passeio ajardinado, e podem ser citadas as cidades de Amsterdã na Holanda, e Berlim na Alemanha.
  • Os elementos vegetais passam ser compreendidos como elementos estruturadores do espaço urbano, e têm sua força de tal forma adquirida, que passam a definir novas tipologias e estilos de paisagem e desenho urbano.
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ARBORIZAÇÃO URBANA NO BRASIL
 
  • A relação mais relevante e antiga deste processo é com o próprio nome da nação “Brasil” que foi emprestado da árvore conhecida popularmente como “pau-brasil” (LORENZI, 2002).
  • O processo de urbanização no Brasil é um reflexo das transformações estruturais de ordem política, econômica e social, pelo qual o país tem se desenvolvido principalmente no início das décadas de 60 e 70, quando se iniciou um processo de ordenamento e integração social do país voltado à política de desenvolvimento econômico-social com base no crescimento das cidades.
  • Destacam-se alguns paisagistas, como Auguste François, que veio ao Brasil a convite de D. Pedro II para ocupar o cargo de diretor geral de matas e jardins e permaneceu no Brasil por 39 anos, de 1858 a 1897, sendo Autor de muitas produções de jardins no exterior e no Brasil, porém Com influência europeia, como o passeio público do Rio de Janeiro.

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  • Com o surgimento das indústrias e aumento das cidades, os espaços verdes deixaram de ter função apenas de lazer, passando a ser uma necessidade urbanística, de higiene, de recreação e de preservação do meio ambiente urbano.
  • A carta de Atena, citada por Le Corbusier, exigiu que “todo bairro residencial deve contar com a superfície verde necessária para a ordenação dos jogos e desporto dos meninos, dos adolescentes e dos adultos”, e que as “novas superfícies verdes devem destinar-se a fins claramente definidos: devem conter parques infantis, escolas, centros juvenis ou construções de uso comunitário, vincula dos intimamente a vivência“.
  • As espécies em uso na cidade deveriam estar de acordo com a paisagem urbana, “cooperando para realçar ou atenuar os efeitos de ocupação do solo pelas edificações”, como que re-equacionando os sistemas de transporte coletivo e de circulação viária, fazendo assim uma adequação das vias.

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